sábado, 12 de maio de 2018

BOMBEIRO, FILHO DE TAGUATINGA, ASSUME A COORDENAÇÃO POLÍTICA DA CAMPANHA DE ELIANA PEDROSA AO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL



Wender Lopes - Sargento da Reserva do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, com militância política há mais de 25 anos – foi escolhido no sábado (05 de maio) em reunião na sede do PRÓS,  como o Coordenador Político da Campanha ao GDF de Eliana Pedrosa.




Wender possui muita experiência e militância no meio político. Atuou nas campanhas de Joaquim Roriz, Arruda, Benedito Domingos, Dr. Charles e outros políticos do Distrito Federal. É conhecido por ter posições firmes, entretanto, é um hábil articulador, estrategista e aglutinador. Wender Lopes tem trânsito em vários segmentos do Distrito Federal, desde segmentos religiosos, regionais e até corporativos. Exerceu inúmeras coordenações importantes que o credencia ao exercício de tal atribuição.



Eliana Pedrosa tem demonstrado que realmente está no jogo pela disputa ao GDF, e aos poucos, vem mexendo às peças corretamente neste tabuleiro político - algo que já é sentido em sua evolução nas pesquisas de intenção de votos ao Governo do Distrito Federal.








TENENTE RAJÃO SE APRESENTA PARA A CÂMARA FEDERAL


Dando a sequencia ao Ciclo de Entrevistas, apresentamos o Tenente Rajão que é pré-candidato à Câmara Federal.


Miro Rajão ou Tenente Rajão é oficial da reserva, e ingressou na Academia de Bombeiros do CBMDF em 31 de janeiro de 1994.

Rajão é cristão e pai de um filho - Lucas Samuel.Criado em Taguatinga e em Ceilândia, fixou residência no Paranoá em 1997, aonde se mantém até hoje.

Em 1999 exerceu a chefia de gabinete do então Deputado José Rajão, ex-Comandante Geral do CBMDF.

Foi um dos membros fundadores e executivos de grandes projetos socioculturais, tais como: Colégio Militar Dom Pedro II, Programa Bombeiro Mirim, Programa Bombeiro Amigo e Cão Guia de Cego.

Em 2002 foi candidato a Deputado Distrital pelo PSC, obtendo 2.882 votos, sendo o mais bem votado da coligação.

Em 2003 fez parte da Executiva Regional do PRONA/DF.

Em 2008 foi para Portugal aonde iniciou o mestrado em Segurança aos Incêndios Urbanos pela Universidade de Coimbra.

Em 2012 foi aprovado no concurso para Analista Técnico Legislativo da Câmara dos Deputados.

Em 2014 formou um Chapão Militar no PSDC – experiência embrionária para a formação do ‘Chapão Militar Bolsonaro’.

Em 2015 refundou a UDN – UNIÃO PARA A DEFESA NACIONAL, exercendo a Presidência nacional deste partido em formação.

Em 2016 fundou o FOCO DA REGIÃO – Fórum dos Conselhos de Representantes Comunitários do Distrito Federal e do Entorno (www.regiaoemfoco.net.br ).

Em 2018 se filiou ao PSL, possuindo a missão de desenvolver o ‘Chapão Militar Bolsonaro’.

Atualmente é especialista em segurança, empresário, radialista (Rádio Candango FM) e blogueiro (Jornal Galo de Briga).

Rajão começa a entrevista afirmando o seu compromisso “serei Deputado Federal por apenas um mandato. Sou contra o instituto da reeleição. Sou contra a figura do político profissional. Sou a favor da alternância. Acho que 4 anos de mandato dá para fazer muita coisa. E serei um ardoroso defensor do  fim do instituto da reeleição”.

BOMBEIROS DF:RAJÃO, PORQUE CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL?

TENENTE RAJÃO: “Hoje me apresento à Câmara Federal, pois nós Bombeiros e PMs do DF somos mantidos pela União, e a maior parte de nossa legislação é federal. Sei que na próxima legislatura será votada a ‘Reforma da Previdência dos Militares’. A pauta é tirar a Paridade e a Integralidade dos proventos dos Militares. Isso daria a margem, para daqui alguns anos, os proventos dos militares caírem para baixo do que chamamos de ‘teto do INSS’. Não podemos permitir que isso ocorra. Pois somos uma categoria que corre o risco de morte constantemente no exercício de nossas funções. Nossos militares ao fim da carreira, quase sempre, têm problemas psicológicos, ortopédicos e/ou cardíacos. Precisamos manter o nosso Regime Previdenciário diferenciado”.

BOMBEIROS DF: QUAL SERÁ A CARACTERÍSTICA DO DEPUTADO TENENTE RAJÃO?

TENENTE RAJÃO: “Meu cinto é vermelho, mas não serei o Deputado do segmento A ou B. Serei o representante de todos os segmentos, de todas as regiões e de todas as pessoas. Meu Pai quando comandante do CBMDF foi rotulado como o ‘Comandante dos Praças e para os Praças’. Eu tenho o mesmo perfil do meu Pai – o mandato será dedicado àqueles que mais precisam-, entretanto, desejo ser o representante do Soldado ao Coronel. Defenderei a manutenção e as conquistas de novos direitos, e ainda, lutarei por uma ampla reforma em nossas estruturas. Sou a favor de que o Soldado chegue até o posto de Coronel. Sou a favor de que o CBMDF e a PMDF exerçam um protagonismo em âmbito nacional – isso nos daria um crescimento institucional fantástico. Precisamos evoluir, por isso, defendo o progresso das Corporações e do Distrito Federal como o importante ente da Federação”.

BOMBEIROS DF: O QUE PRETENDE FAZER INSTITUCINALMENTE EM SEU POSSÍVEL MANDATO?

TENENTE RAJÃO: “Caso conquiste a vaga na Câmara dos Deputados, vou dedicar parte do meu mandato ao fortalecimento corporativo do CBMDF e da PMDF. Quero chegar ao fim do mandato com resultados positivos e com muitas conquistas institucionais.O meu gabinete será dividido em três: terei um chefe de gabinete do Bombeiro, outro da Polícia Militar e outro da Comunidade. Pretendo criar um trabalho de conscientização e de formação política nas corporações, para que possamos eleger sucessores em 2022 - pelo menos, dois Deputados Distritais do CBMDF e da PMDF, e um Deputado Federal de cada instituição. Precisamos evoluir institucionalmente”.

BOMBEIROS DF: O MOMENTO POLÍTICO É FAVORÁVEL AOS MILITARES?

TENENTE RAJÃO: “Em parte sim. Vemos nas ruas civis pedirem a intervenção militar. As pessoas estão cansadas da política e da roubalheira que aí está instalada. Uma das maiores pautas é a Segurança Pública. A população quer mudança e veem em nós  Militares uma possibilidade de mudança”.

BOMBEIROS DF: ENTÃO É A HORA DOS MILITARES?

TENENTE RAJÃO: “Acho perigoso falar isso... Até porque nós Militares tradicionalmente não militamos muito no meio político. Por isso precisamos aproveitar o momento nacional com organização e estratégia. O momento é de união e não de divisão”.

BOMBEIROS DF: OS MILITARES ESTÃO PREPARADOS PARA ESSE MOMENTO?

TENENTE RAJÃO: “Precisamos evoluir. A divisão em período eleitoral não é boa. O Candidato Militar precisa dos votos da caserna e ainda ser potencializado na comunidade. Às vezes existem candidatos que não tem o apoio dos militares, mas tem na comunidade. Às vezes é o contrário. E às vezes, nem um e nem outro. É preciso chegar a um equilíbrio. E o eleitor militar precisa amadurecer também. Votar no amigo, pelo simples fato de ser amigo, poderá ter um alto preço no futuro, em função da falta de representatividade”.

BOMBEIROS DF: O QUE VENHA A SER O CHAPÃO MILITAR BOLSONARO?

TENENTE RAJÃO: “Estamos montando um movimento nacional para que os candidatos Militares do Serviço Ativo venham sair pelo PSL, em todos os estados. Entretanto, sabemos que nem todos os Militares poderão estar no mesmo partido do Bolsonaro, por essa razão, criamos um site em que irá pontuar o militar candidato de acordo com o grau de vinculação ao Bolsonaro e de sua viabilidade. Serão adotados 10 critérios. Quem tiver curiosidade acesse: www.chapaobolsonaro.net.br ”.



BOMBEIROS DF: SUAS CONSIDERAÇÕES FINAIS.

TENENTE RAJÃO: “Sonho em poder contribuir para o DF e para a Segurança Pública nacionalmente. Possuo projetos inovadores para a Segurança. Defendo uma Política Nacional de Segurança Pública com a participação quadripartite – União, Estados, Municípios e Sociedade. Defendo, desde 2014, a criação do Ministério da Segurança Pública. Defendo a criação da Agência Nacional de Bombeiros. Defendo a criação da Polícia Federal de Fronteiras, Marítima e de Portos (uma espécie de Guarda Costeira americana). E outros Projetos que dependerão do Executivo Federal. Acho que posso contribuir institucionalmente, por isso, e por outros motivos, me coloco à disposição das Corporações, da População do DF e do meu Partido - PSL. Vamos juntos!!! Vamos à luta!!!”.


FONTE: www.bombeirosdf.com.br e Jornal Galo de Briga

sexta-feira, 20 de abril de 2018

REESTRUTURAÇÃO DAS CARREIRAS: “O SOLDADO PODERÁ CHEGAR A CORONEL”


É O QUE DEFENDE O TENENTE RAJÃO, ESPECIALISTA EM SEGURANÇA. TENENTE RAJÃO DESMISTIFICA A TESE DE QUE O SOLDADO NÃO POSSA CHEGAR A CORONEL



GB: Rajão por qual razão Você defende a tese de que aqueles que entraram nas corporações como Soldado possam chegar a Coronel?
TENENTE RAJÃO: Antes de tudo quero dizer que sou oficial de Academia. E foi justamente na Academia que comecei a observar que o Cadete que já tinha sido militar, e em especial da mesma corporação, possuía mais experiência e um melhor desempenho nas atividades fins. Desde então comecei a questionar a estrutura hierárquica (graduações e postos) dos diversos quadros das corporações. E constatei uma grande injustiça estrutural: aqueles Militares que entraram como Soldados só poderiam chegar ao final de sua carreira, na época, como Capitão, e atualmente, Major. A pergunta que faço é a seguinte: se um oficial médico, dentista, enfermeiro, complementar (que não são oficiais de academia) podem chegar ao posto de Coronel, por qual razão um Oficial Administrativo (aquele que veio de Soldado) não possui o mesmo direito?!! Ora, aquele profissional que entra pela base da estrutura - como Soldado, deveria possuir o direito de chegar ao último posto de sua instituição. Mas o que vemos hoje é o contrário. Por mais dedicado, competente e profissional que seja (possua qualidade técnica, certificações, especializações, condecorações, notórios conhecimentos, etc.) o Oficial Administrativo não possui o 'direito' de chegar ao posto de Coronel.

GB: O que Você propõe é uma quebra de paradigma?
TENENTE RAJÃO: É mais do que isso. É a superação de mais um degrau evolutivo das nossas Corporações. E vou mais além, é a correção de um erro estrutural histórico.

GB: Porque erro estrutural histórico?
TENENTE RAJÃO: Nós já tivemos excelentes Oficiais Administrativos que possuíam pré-requisitos para serem Coronéis, mas que chegaram apenas ao posto de Capitão ou de Major. Considero erro histórico, pois já tivemos Coronéis que não eram de Academia, a exemplo dos Coronéis Abelardo, Almeida, Valdemir, Jair, Natividade e outros. Ora, se já tivemos Coronéis que vieram de Soldado, por qual razão não poderíamos evoluir para um novo modelo?!

GB: Rajão como seria essa mudança?
TENENTE RAJÃO: Temos uma minuta em que se estabelecem as seguintes alterações: 1) A primeira seria a criação dos postos de Tenente-coronel e de Coronel para os Oficiais Administrativos. 2) A segunda alteração seria a mudança do acesso ao Curso de Formação de Oficiais - as vagas seriam voltadas aos militares da Corporação e  da Escola Preparatória de Cadetes. 3) A terceira alteração seria a promoção ser feita por interstício somada à titularidade, independentemente de vaga, para que haja fluidez na carreira. 

GB: Existe a Escola Preparatória de Cadetes?
TENENTE RAJÃO: Ainda não. Mas a ideia é criar as Escolas aproveitando as estruturas dos Colégios Dom Pedro II (Bombeiros) e Tiradentes (PMDF).

GB: Rajão, o que Você propõe é o acesso único?
TENENTE RAJÃO: Em parte sim, mas dito de outra maneira. Explico: o acesso ao Curso de Formação de Oficiais seria aberto a todos, entretanto, seria exigido o pré-requisito de titularidade – somente poderão concorrer ao CFO os titulares dos cursos de Técnico ou Tecnólogo em Segurança Contra Incêndio (CBMDF) e de Segurança Pública (PMDF). E esses cursos corresponderiam nada mais que o Curso de Formação de Soldados de ambas as Corporações ou das Escolas Preparatórias de Cadetes.

GB: Exigiria uma formação prévia?
TENENTE RAJÃO: Sim. A exemplo dos Concursos para Delegado, não é necessário a formação jurídica prévia? Então... O concurso para o CFO seria aberto a todos, desde que tenham a formação prévia de Técnico ou Tecnólogo em Segurança Contra Incêndio (CBMDF) e de Segurança Pública (PMDF).

GB: Rajão, qual a vantagem desta mudança?
TENENTE RAJÃO: Ao exigirmos a necessidade do Soldado ter curso superior é o prenúncio de que devemos evoluir estruturalmente. Não é lógico exigir uma melhor qualificação de um profissional para nada, concorda?! Então temos que admitir que o acesso ao Oficialato deverá passar pela a entrada como Soldado. Se um civil quiser ser oficial deverá adentrar a instituição como Soldado de nível superior, para depois buscar o acesso ao oficialato. Esta é a evolução. Estaremos prestigiando o profissional capacitado, aquele que estuda e que se aperfeiçoa. A carreira ficará mais atrativa. Aproveitaremos melhor os quadros. Acabaremos com a velha retórica dicotômica de Oficiais e de Praças.

GB: Rajão seria uma carreira única?
TENENTE RAJÃO: Não entendo dessa maneira. Continuaríamos com as carreiras existentes hoje, mas para se alcançar uma carreira seria necessário acessar a outra previamente. Logo, teríamos dois caminhos para se chegar ao oficialato. Teríamos o caminho mais longo (Oficial Administrativo) ou o caminho mais rápido (Oficial Combatente – de Academia – CFO).

GB: E como seria esta mudança, Rajão?
TENENTE RAJÃO: Seria um trabalho em conjunto com o Legislativo Federal, com o Executivo Federal e com o Executivo Local. Caso haja esta vontade institucional, baseada em um estudo técnico fundamentado e com a devida reformulação das leis da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.
Defendo essas mudanças na Polícia Militar do Distrito Federal e no Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal pelo o seu valor simbólico. Estamos na Capital da República e sempre fomos vanguarda das instituições no País.
Acho que os tempos de mudança estão chegando!!!
É hora de deixarmos os tabus de lado e pensarmos numa evolução institucional de âmbito local e nacional.




É hora de repensarmos a Segurança Pública no Brasil!!!

PARA MAIORES INFORMAÇÕES, ENTRE EM CONTATO COM O TENENTE RAJÃO NO WATSAP (61) 99661.18.35  OU NO EMAIL  udn.nacional@gmail.com

O SUICÍDIO ENTRE OS AGENTES DE SEGURANÇA



O NÚMERO TEM AUMENTADO A CADA ANO
João, policial do Batalhão de Choque, suicidou-se dentro da unidade, aos 32 anos. Descrito pelos amigos como extrovertido, comentou com eles, certo dia, que tinha problemas e estava separado da mulher. Matou-se no mesmo dia e deixou duas cartas, uma para ela e uma para o pai.
Regina, de 27 anos, tinha o sonho de entrar para a polícia. Era solteira, não tinha filhos e morava sozinha. Matou-se com um tiro na cabeça, dentro de casa.
Os nomes citados acima são fictícios, mas as histórias são reais.
SENTIMENTO DE DESVALORIZAÇÃO
“O primeiro processo que você sofre é a perda da sua sensibilidade. Por exemplo, o colega morreu domingo de manhã, segunda-feira foi o enterro dele, né? E tá todo mundo trabalhando normalmente. A vida continua? A vida continua. Mas é tratado só como número.”
(policial militar, serviço operacional)
ESTUDO
Pesquisas acadêmicas apresentadas no 9º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, no Rio, jogaram luz sobre um tema ignorado nas estatísticas oficiais de violência: o suicídio de policiais militares, civis e federais brasileiros.
Encarregados de salvar e proteger cidadãos, policiais pensam na própria morte como saída para uma rotina marcada pelo alto estresse, pelo risco, pelo afastamento da família e pela convivência com o lado mais sombrio da vida – crime, tráfico, pedofilia e perdas constantes dos companheiros de trabalho.
Uma das pesquisas, realizada pelo Laboratório de Análise da Violência da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), entrevistou 224 policiais militares do Rio de Janeiro. Deles, 22, ou seja, 10%, declararam ter tentado suicídio. Pelo menos 50 disseram ter pensado em suicídio em algum momento da vida.
Todos foram voluntários a participar da pesquisa.
A pesquisa Suicídio e Risco Ocupacional na PM do Rio de Janeiro começou em 2011, como atividade de pós-doutorado da professora Dayse Miranda.
“Quando começamos a pesquisar, só conseguimos autorização do comando da PM porque havia certeza de que o problema não existia. Agora estamos trabalhando em parceria com o comando e temos todo apoio”, relata Dayse Miranda, que coordenou a pesquisa.
"Os policiais relatam profundo sofrimento psíquico, tristeza, tremores, sentimento de inutilidade. Muitos confessam que usam drogas lícitas e às vezes ilícitas. Os policiais se sentem constrangidos em admitir isso. Muitas vezes o médico que o atende é de patente superior, então ele não vê ali o médico, vê o oficial", conta a pesquisadora.
Segundo ela, os dados indicam que a taxa de suicídio entre PMs é 3,65 vezes a da população masculina e 7,2 vezes a da população em geral. A taxa de sofrimento psíquico revelada pela pesquisa do Claves, que se transformou em livro, foi de 33,6% na PM e 20,3% na Polícia Civil.
CONSTATAÇÃO
Com base nas entrevistas dos 224 policiais e nos diagnósticos com as famílias de 26 policiais suicidas, os pesquisadores elencaram possíveis fatores para o sofrimento psíquico, culminando nas tentativas de suicídio e no suicídio em si.
Esses fatores incluem: rotina de agressões verbais e físicas (perseguições/amedrontamento, abuso de autoridade, xingamentos, insultos, humilhações); insatisfação com a PM, no que concerne a escala de trabalho, infraestrutura, treinamento, falta de reconhecimento profissional, falta de oportunidades de ascensão na carreira e desvalorização pela sociedade; indicadores de depressão variados e problemas de saúde física.
"Vemos uma interface de tensão entre o mundo do trabalho, onde o policial está sujeito a relações abusivas, e o mundo fora do trabalho, onde o policial doente reproduz relações violentas. Tudo isso num contexto em que o policial tem acesso a uma arma, o que facilita qualquer ato violento. Outros profissionais também têm problemas no trabalho. Mas não têm uma arma na cintura", analisa Dayse Miranda, coordenadora da pesquisa e organizadora do livro.
FONTE:  BBC

sexta-feira, 23 de março de 2018

UM URUBÚ ME CONTOU: NOMINATA GALÁTICA

Um Partido do Distrito Federal está com uma meta para lá de ousada - está formando uma nominata de Galáticos.

O Partido silenciosamente vem formando uma nominata de excelentes puxadores de votos. Eles querem  fazer 4 (quatro) Deputados Federais.

Acreditam que apenas um candidato atingirá o coeficiente para fazer pelo menos dois deputados.

Esta nominata está sendo apelidada de Galática.

Estamos de olho !!!

Eita Urubu que sabe das coisas.....




sábado, 27 de janeiro de 2018

REFORMA DA PREVIDÊNCIA A CAMINHO DOS MILITARES



* POR TENENTE RAJÃO



A pauta atual do Governo Federal é fazer a toque de caixa a Reforma da Previdência. E os Executivos do Governo estão de olho em nós Militares Federais e Estaduais.




O GOVERNO, A REFORMA E O MINISTRO HENRIQUE MEIRELLES

O Governo Federal, conforme os argumentos que têm sido propagados por integrantes do governo Michel Temer, diz que a proposta de reforma da Previdência vai ajudar a acabar com grandes aposentadoriasequiparar cálculos e benefícios de forma mais equânime e corrigir distorções nos valores pagos aos brasileiros que trabalharam durante o mesmo período e executam funções semelhantes.

Atualmente, a Reforma da Previdência tem se concentrado na convergência gradual dos critérios de concessão de Aposentadoria entre o Regime Geral de Previdência Social que trata dos trabalhadores da iniciativa privada (INSS), e o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), dos servidores públicos. 

A ideia é fixar uma idade mínima de aposentadoria para o INSS, por volta dos 65 anos, que é a média de aposentadoria nos países que compõem a Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico (OCDE).  Atualmente, 60 anos para homens e 55 anos para mulheres. A convergência gradual das regras de aposentadoria entre homens e mulheres também está no debate.


O Ministro Henrique Meirelles – Ministro da Fazenda, disse recentemente que “as mudanças no Sistema Previdenciário são necessárias para garantir que todos os brasileiros tenham aposentadoria e que sobre espaço no Orçamento Público para outros gastos”, e que “não vai sobrar recurso para mais nada, para saúde, educação, se não for feita a reforma da Previdência”. Meirelles finalizou dizendo que “com o crescimento das despesas da Previdência, há o risco de acontecer no Brasil o que houve na Grécia, que teve que cortar valores pagos a aposentados”.



ESTÃO DE OLHO NOS MILITARES

Recentemente plantaram na grande mídia uma grande falácia:  MILITARES PESAM 16 VEZES MAIS QUE SEGURADOS DO INSS.

E outra ofensiva do Governo, plantada na mídia é de que os Militares Fazem parte de uma categoria ‘PRIVILEGIADA’.

Tenente Rajão diz que “todo o patrimônio do Militar, que reúne ao longo de uma vida provém do soldo e das gratificações. O contrato de trabalho do militar é diferente do civil. Os direitos e deveres são muito diferentes. É isso que estamos defendendo, ninguém quer privilégio. A diferenciação dos regimes não é privilégio. Por ser uma categoria diferenciada, daí surge a necessidade de uma Previdência também diferente. A exemplo, em 30 anos de trabalho, a jornada regular de um civil é de 56.760 horas, enquanto ao do Militar soma 83.800 horas”.




MILITARES - CATEGORIA DIFERENCIADA

Os Militares são uma categoria diferenciada e por isso, não podem ser enquadrados nas regras comuns do INSS, senão vejamos:

1.     Militar normalmente inicia sua carreira com idade entre 15 a 19 anos (Oficiais) e Praças normalmente iniciam em idade do Serviço Militar.
2.     Militar ao ingressar na carreira, abdica a cidadania plena e as prerrogativas dos demais brasileiros, pois o Militar não pode filiar-se a partido político e deve afastar-se se for eleito para qualquer cargo (os recrutas nem podem se alistar para votar).
3.     Militar não faz greve.
4.     Militar não pode se sindicalizar.
5.     Militar não pode protestar, reivindicar e se expressar.
6.     Militar não tem Previdência.
7.     Militar não se aposenta, mas entra para a reserva, e podem, em tese, ser chamados para as atividades a qualquer momento.
8.     Militar não pode acumular um segundo emprego (a dedicação é absolutamente exclusiva).
9.     Militar não tem jornada de 44 horas semanais.
10.Militar não ganha hora extra (apesar da sua jornada de trabalho não ter limites).
11.Militar não tem FGTS (um poderoso auxílio na hora da aposentadoria ou na compra da casa própria).
12.Militar não recebe adicional noturno.
13.Militar não pode recorrer à Justiça do Trabalho.
14.Militar não pode recusar mudança súbita de cidade (no caso de Militar Federal).



PREVIDÊNCIA DOS MILITARES

Desde os primórdios das Forças Armadas, os Militares, enquanto vivessem, recolhiam contribuições voluntárias, quer tivessem filhas ou não, para beneficiar a viúva e as filhas em caso de seus falecimentos. Esse sistema era chamado de Montepio Militar.

Mas em 1960, o Governo resolveu incorporar ao Tesouro os fabulosos recursos do Montepio Militar (que era propriedade privada dos militares) e, a título de compensação, assume o compromisso de pagar a pensão militar em substituição ao Montepio. Foi um grande negócio para o Governo, pois incorporou uma fortuna ao Tesouro e comprometeu-se em desembolsar suaves prestações, ao longo dos anos, no pagamento de pensões.

Entretanto, com a promulgação da Constituição de 1988, o Governo assume o ônus, assim como para os funcionários civis, do pagamento da pensão integral na graduação ou posto do militar no momento de sua morte, mas houve, no entanto, aumento significativo das contribuições dos militares.

Mas foi em dezembro de 2000, que ocorreu uma nova alteração. A contribuição aumenta mais uma vez (pensão para a esposa 7,5%, pensão para a filha 1,5% e fundo de saúde 2,7% dos vencimentos totais, perfazendo um total maior do que o recolhido pelos funcionários civis) e a obrigação de continuar esse recolhimento na inatividade (os militares são os únicos funcionários federais nessa situação). Esses fatos fazem com que os militares recolham as contribuições, em média, por mais de cinquenta (50) anos.

Hoje, o regime de previdência militar da União, que cobre as Forças Armadas, entre aposentadorias e pensões, paga cerca de 370 mil benefícios. Isso é bem menos que os outros sistemas nacionais. O INSS, dos contribuintes da iniciativa privada, paga mais de 28 milhões de benefícios. Para os servidores públicos civis, são cerca de 3 milhões.

Já as regras para as Polícias Militares e Corpo de Bombeiros Militares dos Estados têm variações dependendo do Estado, mas são sempre diferentes das impostas a servidores civis e trabalhadores da iniciativa privada.

Mas o que há em comum é que os Militares, federais ou estaduais, não são incluídos no Regime da Previdência Social (INSS), tendo em vista a Carreira Militar possuir peculiaridades próprias que a diferenciam de qualquer outra.

A título de exemplo, em relação aos valores envolvidos, façamos um paralelo entre um trabalhador civil, sujeito às regras do INSS e seu equivalente militar:

·        Suponhamos que os dois recebam vencimentos iguais, no valor de R$10.000,00 (dez mil reais).
·        O civil irá descontar mensalmente o valor de R$ 621,10 (11% do valor referência de R$ 5.645,80) até completar 30 anos de serviço, num valor total de R$ 223.596,00. E, ao se aposentar, cessa pagamento dessa contribuição.
·        O militar, com os mesmos vencimentos, irá descontar a contribuição para a Pensão Militar, o Fundo de Saúde e a "Pensão das Filhas", num valor total de R$ 1.100,00 por mês. Como essa contribuição não cessa ao passar para a Reserva ou ser Reformado, ao falecer aos 80 anos (mesmo militar do exemplo acima), terá contribuído por 60 anos um total de R$ 792.000,00!
·        Em termos percentuais, mais de 300 % a mais do que seu equivalente civil.


MUDANÇA PODERÁ SER EVITÁVEL

A reforma da Previdência para os militares deverá ocorrer só em 2019 e incluirá idade mínima e o teto para o pagamento da aposentadoria, mas o regime será diferenciado.




Inicialmente, a intenção era que a idade mínima fosse a mesma dos demais servidores, assim como o tempo de contribuição e o teto de 5.578 reais, como o do INSS. Mas o Governo, no entanto, encontra muita resistência.

Segundo o Tenente Rajão “o Governo quer derrubar os dois institutos de maior relevância dos Militares: a Paridade e a Integralidade”.

A Integralidade compreende em que o Militar ao se aposentar, receberá o benefício integral, conforme recebia em serviço ativo.

Já a Paridade, significa que os reajustes aos Militares Ativos devem ser iguais aos dos Militares Inativos.

A intenção atual do Governo, também passou a estabelecer para as Forças Armadas o mesmo que foi oferecido às polícias, uma idade mínima geral de 55 anos tanto para homens quanto para mulheres, mas não há ainda uma decisão.




O que há de se concluir com tudo isso é que a Nova Reforma da ‘Previdência Militar’ em gestação, trará novas perdas.

Por termos um regime disciplinar, e por não possuirmos sindicatos para defender os nossos interesses, só teremos uma saída: Organizarmos Eleitoralmente para as Eleições Gerais de 2018 e elegermos o maior número possível de representantes no Congresso Nacional.




“Nós Militares, federais ou estaduais, ativos ou inativos, devemos lutar para que estes institutos venham ser mantidos em nosso rol de direitos” conclama o Tenente Rajão.

“Por esta razão conclamo aos Militares, federais ou estaduais, ativos ou inativos, para fazerem parte do nosso Movimento Nacional em Defesa dos Militares, através das eleições gerais de 2018. Vamos instituir o CHAPÃO MILITAR FEDERAL. A ideia é termos pelo menos um representante das Forças Armadas e de um a dois representantes dos Militares Estaduais na Câmara Federal. A perspectiva é de que tenhamos pelo menos 54 Deputados Federais em 2019 que irão representar os Militares e estarão unidos para lutar pelos nossos direitos” finalizou o Tenente Rajão.

LEIA TAMBÉM: CHAPÃO MILITAR FEDERAL


NOTA DO TENENTE RAJÃO:

RECENTEMENTE SURGIU A FALSA IDEIA DO DÉFICIT PREVIDENCIÁRIO MILITAR.

NÃO HÁ O QUE SE FALAR EM ‘DÉFICIT NA PREVIDÊNCIA DOS MILITARES’, POIS OS MILITARES NÃO SE APOSENTAM E NEM TEM PREVIDÊNCIA, MAS SÃO TRANSFERIDOS PARA A RESERVA REMUNERADA OU REFORMADOS, PODENDO SEREM RECONVOCADOS A QUALQUER TEMPO, E POR ISSO, SUAS REMUNERAÇÕES FICAM AO ENCARGO DO TESOURO NACIONAL OU DO TESOURO ESTADUAL. 

OS MILITARES ATIVOS E OS INATIVOS SÃO CONTRIBUINTES SIM !!!!!! CONTRIBUEM PARA A PENSÃO MILITAR E PARA UM FUNDO DE ASSISTÊNCIA MÉDICO - HOSPITALAR E SOCIAL QUE COMPÕE A RECEITA DO ORÇAMENTO PÚBLICO.

POR ISSO, NÓS MILITARES NÃO PODEMOS FICAR DEITADOS EM BERÇO ESPLENDIDO ASSISTINDO O DESMANTELAMENTO DOS NOSSOS PARCOS DIREITOS !!!!

O GOVERNO FEDERAL E OS ESTADUAIS TÊM O PLENO CONHECIMENTO DE QUE NÓS MILITARES NÃO SOMOS UMA CATEGORIA PRIVILEGIADA!!!

OS MILITARES AO LONGO DA CARREIRA ESTÃO SUJEITOS A UM REGIME DIFERENCIADO DE TRABALHO.

NO BRASIL A APOSENTADORIA DOS MILITARES É DIFERENCIADA, MAS PARA PIOR, POIS OS MILITARES DEPOIS DE APOSENTADOS, CONTINUAM CONTRIBUINDO, ENQUANTO OS FUNCIONÁRIOS FEDERAIS CIVIS, NADA MAIS PAGAM AO SE APOSENTAREM.

PORTANTO, MILITARES VAMOS À LUTA E SEJAMOS ORGANIZADOS AO PONTO DE TERMOS UMA BANCADA FORTE DE DEPUTADOS E DE SENADORES MILITARES EM 2019 !!!!!



TENENTE RAJÃO